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Desporto
![]() Velhos são os trapos!
por: João Filipe
04-02-10
Michael Schumacher, aos 41
anos, volta a competir no mundo da Fórmula 1, um meio sempre muito competitivo,
rigoroso e exigente. A Mercedes formulou um convite ao piloto que conseguiu por
sete vezes o título de campeão do mundo
A marca alemã trouxe para o campeonato de 2010 um novo atrativo, a volta de Michael Schumacher às corridas que o notabilizaram, quatro anos após o anúncio do seu abandono. Durante os 15 anos de carreira, desde 1991 a 2006, Schumacher alcançou várias vitórias, entre elas contamse: 91 vitórias, 154 pódios, 1.369 pontos, 68 pole positions e 76 voltas mais rápidas. Diga-se que foi um autêntico conquistador de títulos e um verdadeiro campeão a todos níveis. A sua volta à Fórmula 1 traz um novo ânimo para a competição, uma vez que, nas últimas temporadas, esta tem enfrentado grandes problemas, os quais lhe retiraram bastante credibilidade. Houve mesmo algumas marcas que deixaram de competir, justificando a sua saída com a questão da redução de custos dos patrocinadores, visto este ser um desporto que movimenta milhões de euros. A grande expetativa recai agora sobre Michael Schumacher, visto que o seu regresso à Ferrari esteve eminente na temporada passada, quando Filipe Massa teve um grave acidente. Porém, os treinos não deram as melhores referências para o seu regresso, só que, esta época, a volta do grande campeão pode trazer uma nova lufada de ar fresco, mas, acima de tudo, poderá fazer regressar muitos patrocinadores para a F1. O que é necessário observar é a condição física e mental do piloto, uma vez que é um campeonato muito competitivo e profundamente exigente. Então, a pergunta que vale um milhão de euros é: estará Michael Schumacher em condições de poder dignificar a marca que representa? De dignificar o seu passado desportivo? O tempo o dirá... Mercedes A marca, que é uma referência no panorama automobilístico, conta com dois pilotos alemães. Para além do grande campeão conta ainda com Nico Rosberg, de 25 anos e com 70 grandes prémios realizados, estando na F1 desde 2006, ou seja, desde o anúncio de abandono do seu colega de equipa. Pode dizer-se que a marca alemã é 100% germânica, desde o fabricante do motor aos pilotos. A expetativa está muito elevada, pois espera-se que este seja o ano do relançamento da marca no mundo da F1. Comentar |
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por: João Filipe
Quando a esperança nos
políticos começa a não ser mais do que uma utopia, quando parece que nada pode
fazer a vida melhorar, muitas pessoas procuram soluções por outros caminhos.
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