Michael Schumacher, aos 41
anos, volta a competir no mundo da Fórmula 1, um meio sempre muito competitivo,
rigoroso e exigente. A Mercedes formulou um convite ao piloto que conseguiu por
sete vezes o título de campeão do mundo
A marca alemã trouxe para o
campeonato de 2010 um novo atrativo, a volta de Michael Schumacher às corridas que
o notabilizaram, quatro anos após o anúncio do seu abandono. Durante os 15 anos
de carreira, desde 1991 a 2006, Schumacher alcançou várias vitórias, entre elas
contamse: 91 vitórias, 154 pódios, 1.369 pontos, 68 pole positions e 76 voltas mais rápidas. Diga-se que foi um
autêntico conquistador de títulos e um verdadeiro campeão a todos níveis.
A sua volta à Fórmula 1 traz um
novo ânimo para a competição, uma vez que, nas últimas temporadas, esta tem enfrentado
grandes problemas, os quais lhe retiraram bastante credibilidade. Houve mesmo algumas
marcas que deixaram de competir, justificando a sua saída com a questão da
redução de custos dos patrocinadores, visto este ser um desporto que movimenta
milhões de euros.
A grande expetativa recai agora
sobre Michael Schumacher, visto que o seu regresso à Ferrari esteve eminente na
temporada passada, quando Filipe Massa teve um grave acidente. Porém, os treinos
não deram as melhores referências para o seu regresso, só que, esta época, a
volta do grande campeão pode trazer uma nova lufada de ar fresco, mas, acima de
tudo, poderá fazer regressar muitos patrocinadores para a F1.
O que é necessário observar é a condição
física e mental do piloto, uma vez que é um campeonato muito competitivo e
profundamente exigente. Então, a pergunta que vale um milhão de euros é: estará
Michael Schumacher em condições de poder dignificar a marca que representa? De
dignificar o seu passado desportivo? O tempo o dirá...
Mercedes
A marca, que é uma referência no panorama
automobilístico, conta com dois pilotos alemães. Para além do grande campeão
conta ainda com Nico Rosberg, de 25 anos e com 70 grandes prémios realizados,
estando na F1 desde 2006, ou seja, desde o anúncio de abandono do seu colega de
equipa.
Pode dizer-se que a marca alemã é
100% germânica, desde o fabricante do motor aos pilotos. A expetativa está
muito elevada, pois espera-se que este seja o ano do relançamento da marca no mundo
da F1.
Quando a esperança nos
políticos começa a não ser mais do que uma utopia, quando parece que nada pode
fazer a vida melhorar, muitas pessoas procuram soluções por outros caminhos.
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